Alguns cinemas brasileiros – Olhar de Cinema #03

O título “Olhares Brasil” sempre cativou-me porque o conceito que o atravessa automaticamente implica em algo que tem por fundamento a multiplicidade: tanto “olhares” quanto “Brasil” são gestos e atributos que não se constituem unicamente de um todo, isto é, não há somente um ou outro Brasil, da mesma forma que não se permite, por… Leia mais Alguns cinemas brasileiros – Olhar de Cinema #03

Não é real, é filme – Olhar de Cinema #01

Gosto de pensar que os filmes de abertura dos festivais de cinema, antes de qualquer coisa, são uma espécie de aviso sobre o tempo presente, como uma indicação ou inclinação acerca do que se pensa sobre o agora. Não necessariamente são os filmes “urgentes”, mas costumam dizem algo a respeito do momento político ou estético… Leia mais Não é real, é filme – Olhar de Cinema #01

Na ruína das horas, sonhos de cinema | Ecrã #1

Foi inevitável assistir a Desaprender a Dormir (Gustavo Vinagre, 2021) e não lembrar do cinema de Carlos Reichenbach. Eu imagino que em uma relação entre os mestres do cinema brasileiro, esse talvez não seja aquele que conversa mais diretamente com a obra de Gustavo Vinagre, que é em suma bastante voltada ao documental, ao estudo… Leia mais Na ruína das horas, sonhos de cinema | Ecrã #1

Tatuagens na superfície da luz: os curtas de Apichatpong Weerasethakul

I Há muito que já se reconhece o cineasta tailandês Apichatpong Weerasethakul como um dos mais influentes realizadores de seu tempo. Não por menos, afinal trata-se do realizador responsável por filmes como Objeto Misterioso Ao Meio Dia (2000), Eternamente Sua (2002), Mal dos Trópicos (2004) e outros tantos mais. O apego da crítica mundial ao… Leia mais Tatuagens na superfície da luz: os curtas de Apichatpong Weerasethakul