Alguns cinemas brasileiros – Olhar de Cinema #03

O título “Olhares Brasil” sempre cativou-me porque o conceito que o atravessa automaticamente implica em algo que tem por fundamento a multiplicidade: tanto “olhares” quanto “Brasil” são gestos e atributos que não se constituem unicamente de um todo, isto é, não há somente um ou outro Brasil, da mesma forma que não se permite, por… Leia mais Alguns cinemas brasileiros – Olhar de Cinema #03

Não é real, é filme – Olhar de Cinema #01

Gosto de pensar que os filmes de abertura dos festivais de cinema, antes de qualquer coisa, são uma espécie de aviso sobre o tempo presente, como uma indicação ou inclinação acerca do que se pensa sobre o agora. Não necessariamente são os filmes “urgentes”, mas costumam dizem algo a respeito do momento político ou estético… Leia mais Não é real, é filme – Olhar de Cinema #01

Na ruína das horas, sonhos de cinema | Ecrã #1

Foi inevitável assistir a Desaprender a Dormir (Gustavo Vinagre, 2021) e não lembrar do cinema de Carlos Reichenbach. Eu imagino que em uma relação entre os mestres do cinema brasileiro, esse talvez não seja aquele que conversa mais diretamente com a obra de Gustavo Vinagre, que é em suma bastante voltada ao documental, ao estudo… Leia mais Na ruína das horas, sonhos de cinema | Ecrã #1

Ideias para o futuro, indicações do Levante

Desde que encerrei a cobertura da Mostra de Tiradentes que não escrevo nada por aqui. Muitas vezes, o processo crítico esgota nossas forças e torna muito difícil seguir em frente, principalmente após um marasmo de filmes e textos durante um período de tempo muito curto. Às vezes faltam palavras, ou falta mesmo o que dizer.… Leia mais Ideias para o futuro, indicações do Levante

Imagens fincadas na terra | Tiradentes #4

Aí vão algumas verdades: já se passou uma semana do início da Mostra de Tiradentes e, de todos os filmes assistidos, apenas dois me deixaram embasbacado: A Destruição do Planeta Live (Marcus Curvelo, 2021) e videomemoria (Pedro Maia de Brito e Aiano Bemfica, 2020). Há também Mundo Mineral (Guerreiro do Divino Amor, 2020), que não… Leia mais Imagens fincadas na terra | Tiradentes #4

Ostinato, um pós escrito (ou como os dedos balançam pelo ar) | Tiradentes #2

Reescrevo estas linhas pela terceira ou quarta vez até encontrar uma versão definitiva. Procuro no tato com a palavra achar o tom mais apropriado entre o que pretendo dizer e o que consigo dizer. Divido este espaço de texto com todas as vozes que habitam minha casa e interrompem o ensejo de silêncio que preconizo… Leia mais Ostinato, um pós escrito (ou como os dedos balançam pelo ar) | Tiradentes #2